23 de fev. de 2013

Psiquiatrização da vida e o DSM V

Pesquisando sobre o DSM V acabamos encontrando um texto crítico de Paulo Amarante, presidente da Associação Brasileira de Saúde Mental (Abrasme), falando sobre a psiquiatrização da vida e o DSM V. Confiram um trecho abaixo ou o link na integra.


O que o DSM representa? Não apenas para a saúde pública propriamente dita, mas para a própria construção da subjetividade e intersubjetividade do homem contemporâneo?  A medicalização crescente do nosso cotidiano.

Apenas para se ter uma ideia da chamada “inflação” dos distúrbios considerados objeto da psiquiatria: há cinquenta anos eram seis as categorias de diagnóstico psiquiátrico, e hoje são mais de trezentas.

Nas últimas décadas o DSM tem servido como a bíblia para a chamada psiquiatria moderna e para os saberes e práticas subordinados a sua hegemonia. Os autores de suas sucessivas edições argumentam que suas pretensões são: (1) Fornecer uma “linguagem comum” para os clínicos; (2) servir de “ferramenta” para os pesquisadores; (3) ser uma “ponte” para a interface clínica/pesquisa; (4) ser o “livro de referência” em saúde mental para professores e estudantes; (5) disponibilizar o “código estatístico” para propósitos de pagamento dos serviços prestados e para fins administrativos do sistema de saúde; e, finalmente, (6) orientar “procedimentos forenses”.

Os impactos provocados por cada edição do DSM são inúmeros. Bem próximo de nós está o exemplo da pesquisa da OMS sobre a saúde mental dos moradores da metrópole de São Paulo. Segundo os resultados dessa pesquisa, cerca de 1/3 da sua população sofre de algum distúrbio psiquiátrico. A grande imprensa nacional tomou tal pesquisa para chamar a atenção da população para a situação do sistema de assistência em saúde mental do país, que estaria muito aquém das demandas dos cidadãos, muito em particular o SUS.  E que, sendo São Paulo uma megalópole de um país com tendências à urbanização acelerada, o seu exemplo deve ser considerado como alarmante.

19 de fev. de 2013

Portaria nº. 388 - 06/07/05

Mais uma portaria de grande valia para nossas ações de encaminhamento que por vezes são comprometidas em virtude dos hospitais abdicarem de regular os pacientes, omitindo o direito a saúde mental nesses espaços que ainda seguem o modelo biomédico, dispersando mazelas na rede de cuidado e atenção psicossocial.  (Link abaixo)

Portaria n.º 336/GM - 19/02/02

Para conhecimento está abaixo o link da portaria que regulamenta os Centros de Atenção Psicossociais, é muito importante passarmos essas informações para os usuários do serviço.

Portaria nº 336 - 19/02/02

18 de fev. de 2013

Equipe


Mayta Carvalho Trajano Leite – Coordenadora
Willysnadia da Silva Santos – Auxiliar Administrativa
Eli do Nascimento Silva – Recepcionista
Aldeci Manoel da Silva – Educador Físico
Adenilde Nascimento da Silva Santos – Assistente Social
Priscila Lima de Oliveira – Enfermeira
Oslany Evangelista de Paula Almeida – Técnica em Enfermagem
Michayane de Souza dos Santos - Técnica em Enfermagem
Herberth Mascarenhas da Silva – Psicólogo 

17 de fev. de 2013

Leitura básica - Indicação



Um livro básico, porém muito esclarecedor para quem se interessa por saúde mental, indicado principalmente para os marinheiros de primeira viagem. Sem falar do seu preço extremamente convidativo. Boa leitura! 

Videoteca Mental



Para começar com o pé direito está acima a parte 01 da palestra com Nahman Armony que aborda a concepção da Saúde Mental no século XXI. As outras partes podem ser conferidas no You Tube ao lado do vídeo principal. Boa palestra para todos! 
Este blog tem como objetivo principal compartilhar as experiências construídas com os usuários do CAPS Vida Nova. Acreditamos que esse espaço potencializa a visualização das ações desenvolvidas pela equipe, bem como disponibiliza abertura para troca de ideias com os seus visitantes e colaboradores.