26 de mar. de 2013

Balançando o esqueleto

Professor Aldeci mostrando suas habilidades.
Dança e educação física de mãos juntas.








Oficinas

Vejam alguns trabalhos desenvolvidos nas oficinas terapêuticas com os pacientes.
Todos dias são desenvolvidos atividades diferentes.
Muito legal!








18 de mar. de 2013

Reunião da Família

Informamos que todas as segundas-feiras a partir das 9h da manhã acontecem a reunião da família, onde são discutidos assuntos como: o funcionamento do CAPS,  informações de consultas, relatórios, oficinas e discussões de temas relacionados ao convívio com as pessoas com transtorno mental.

Confiram abaixo as fotos do último encontro.






Oficina Soltando a voz

Todas as quartas-feiras das 9h às 10h:30 o CAPS promove a oficina de musicoterapia "Soltando a voz".
Quem quiser comparecer para fazer um som pode chegar que será bem vindo. Confiram as fotos do último encontro.







23 de fev. de 2013

Psiquiatrização da vida e o DSM V

Pesquisando sobre o DSM V acabamos encontrando um texto crítico de Paulo Amarante, presidente da Associação Brasileira de Saúde Mental (Abrasme), falando sobre a psiquiatrização da vida e o DSM V. Confiram um trecho abaixo ou o link na integra.


O que o DSM representa? Não apenas para a saúde pública propriamente dita, mas para a própria construção da subjetividade e intersubjetividade do homem contemporâneo?  A medicalização crescente do nosso cotidiano.

Apenas para se ter uma ideia da chamada “inflação” dos distúrbios considerados objeto da psiquiatria: há cinquenta anos eram seis as categorias de diagnóstico psiquiátrico, e hoje são mais de trezentas.

Nas últimas décadas o DSM tem servido como a bíblia para a chamada psiquiatria moderna e para os saberes e práticas subordinados a sua hegemonia. Os autores de suas sucessivas edições argumentam que suas pretensões são: (1) Fornecer uma “linguagem comum” para os clínicos; (2) servir de “ferramenta” para os pesquisadores; (3) ser uma “ponte” para a interface clínica/pesquisa; (4) ser o “livro de referência” em saúde mental para professores e estudantes; (5) disponibilizar o “código estatístico” para propósitos de pagamento dos serviços prestados e para fins administrativos do sistema de saúde; e, finalmente, (6) orientar “procedimentos forenses”.

Os impactos provocados por cada edição do DSM são inúmeros. Bem próximo de nós está o exemplo da pesquisa da OMS sobre a saúde mental dos moradores da metrópole de São Paulo. Segundo os resultados dessa pesquisa, cerca de 1/3 da sua população sofre de algum distúrbio psiquiátrico. A grande imprensa nacional tomou tal pesquisa para chamar a atenção da população para a situação do sistema de assistência em saúde mental do país, que estaria muito aquém das demandas dos cidadãos, muito em particular o SUS.  E que, sendo São Paulo uma megalópole de um país com tendências à urbanização acelerada, o seu exemplo deve ser considerado como alarmante.

19 de fev. de 2013

Portaria nº. 388 - 06/07/05

Mais uma portaria de grande valia para nossas ações de encaminhamento que por vezes são comprometidas em virtude dos hospitais abdicarem de regular os pacientes, omitindo o direito a saúde mental nesses espaços que ainda seguem o modelo biomédico, dispersando mazelas na rede de cuidado e atenção psicossocial.  (Link abaixo)

Portaria n.º 336/GM - 19/02/02

Para conhecimento está abaixo o link da portaria que regulamenta os Centros de Atenção Psicossociais, é muito importante passarmos essas informações para os usuários do serviço.

Portaria nº 336 - 19/02/02